A soldagem de alumínio exige compreensão da liga e do seu comportamento térmico; para estudantes de Anápolis-GO é fundamental entender que o alumínio possui alta condutividade térmica e coeficiente de expansão maior que o aço, o que influencia diretamente na escolha do processo, velocidade de soldagem e nas estratégias para controlar distorção e empenamento em chapas finas ou peças estruturais usadas na indústria local.
Do ponto de vista metalúrgico, o alumínio é uma família de ligas com propriedades distintas: séries 1xxx são praticamente alumínio puro, 5xxx têm magnésio, 6xxx têm magnésio e silício, cada uma apresentando soldabilidade e resposta à fissuração diferentes; conhecer a liga a ser soldada é passo obrigatório para selecionar eletrodos de adição, parâmetros e tratamentos térmicos posteriores, especialmente em aplicações de manutenção e fabricação na região.
Um dos desafios mais específicos ao alumínio é a camada de óxido (Al2O3) que se forma rapidamente na superfície e tem ponto de fusão muito mais elevado que o metal base; sem remoção ou sem o uso de técnicas adequadas ela impede a fusão correta e causa inclusões. A limpeza deve combinar remoção mecânica com escova de aço inox dedicada, e soluções químicas desoxidantes quando necessário, além de manipular peças com luvas limpas para evitar contaminação por óleo e umidade.
Quanto aos processos, TIG (GTAW) e MIG/MAG (GMAW) são os mais empregados: o TIG em corrente alternada é excelente para juntas de precisão e espessuras finas por permitir a ação de limpeza do semiciclo positivo, enquanto o MIG com bobina ou pistola tipo spoolgun é preferido por produtividade em espessuras maiores; a escolha depende do tipo de junta, acessibilidade e custo, sendo essencial praticar parâmetros de amperagem, velocidade e avanço para evitar falta de fusão ou excesso de penetração.
A seleção do fio de enchimento também é crítica: ER4043 (liga silício) oferece boa fluidez e menor tendência à trinca em muitos 6xxx, enquanto ER5356 (liga magnésio) confere maior resistência mecânica e é comum em 5xxx; a mistura de gases de proteção, geralmente argônio puro para a maioria das operações e misturas Ar-He para aumentar energia e penetração em peças mais espessas, influencia o calor de entrada e o perfil do cordão.
Controle térmico e projeto da junta são fatores práticos que limitam defeitos: o alumínio dissipa calor rapidamente, exigindo maior corrente para penetração, o que pode levar a distorções; uso de suportes, gabaritos e chapas de apoio refrigeradas, bem como a subdivisão de cordões em passos e técnicas de arrefecimento, ajudam a manter a geometria. Em junções de fundo, o uso de backing bars, tiras de cobre ou backing gas pode melhorar o acabamento e evitar desgaste excessivo.
A absorção de hidrogênio e consequente porosidade é outra causa comum de rejeição em soldas de alumínio; condicional para evitar isso é o armazenamento adequado do material, limpeza rigorosa das superfícies e do consumível, e controle da umidade. Para peças fundidas ou extrudadas com contaminação interna, processos específicos de pré-tratamento podem ser necessários antes da soldagem.
Do ponto de vista prático e de segurança, soldar alumínio requer atenção a equipamentos adequados: tochas com refrigeração quando aplicável, bicos e difusores apropriados, e calibração de fontes com acionamento AC para TIG com controle de balanço; o uso de proteção respiratória em operações que geram fumos e a adoção de EPIs corretos é obrigatório em qualquer oficina, inclusive para quem estuda em Anápolis e pretende atuar em manutenção industrial ou fabricação leve.
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